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Postado em 17 de Agosto de 2016 às 15h39

Vida Empresarial Paixão pelo esporte e empreendedorismo marcam história de Sandro Pallaoro

Deixando a lição de que com seriedade, ética, honestidade e comprometimento é possível crescer profissional e pessoalmente, o empresário e presidente da Associação Chapecoense de Futebol, Sandro Pallaoro, contou sua trajetória na noite desta terça-feira (16), durante o programa Vida Empresarial, desenvolvido em parceria entre a Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) e a Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó).
A coordenadora do curso de Administração, Cleunice Zanella, realçou que o evento é uma oportunidade para os estudantes evidenciarem a liderança e o empreendedorismo por meio de uma história de vida. “Podemos nos inspirar no Sandro Pallaoro e nos motivar a sermos pessoas melhores”, frisou. O reitor da Unochapecó, Cláudio Jacoski, lembrou que muitos empresários já passaram pelo Vida Empresarial. “São pessoas que, por meio de ações empreendedoras, transformaram Chapecó. O programa nos mostra justamente isso: como sermos agentes transformadores”, explanou.
O espírito comunitário e associativista dos empreendedores de Chapecó foram ressaltados pelo presidente da ACIC, Josias Mascarello. “A maioria dos empresários começou do zero. Esse evento é uma oportunidade para os estudantes perceberem que também podem empreender e serem bem sucedidos, tanto na vida pessoal como profissional. Grandes nomes já passaram pelo Vida Empresarial, servindo de exemplo e inspiração. No caso da Chapecoense, sabemos que existe toda uma estrutura que dá suporte, mas à frente temos como líder um empresário digno, honesto e trabalhador”, enfatizou.
Pallaoro tinha como sonho de infância ser jogador de futebol. Chegou a jogar em alguns clubes de futebol e futsal durante a juventude, em Pato Branco (PR), onde nasceu. Começou a trabalhar aos 14 anos de idade com office boy em um escritório de contabilidade e, depois, passou a atuar em empresas da família.
Em 1994, veio para Chapecó e abriu a Cantu Futura, como sócio. Passou a integrar a diretoria do Sicom e da ACIC e foi se envolvendo cada vez mais com a cidade. Em 2009 fundou sua empresa, a Pallaoro Alimentos, administrada em conjunto com a esposa e a filha. Com um mercado dinâmico e cada vez mais concorrido começou a atuar, em 2012, na área de logística e, neste ano, iniciou também no setor de frutos do mar. “Hoje não dá mais para ficar só com um setor. O mercado é dinâmico e precisamos inovar sempre”, frisou.
Em 2008 foi convidado para ser diretor de Futebol da Associação Chapecoense de Futebol. Iniciou no clube em 2009, quando a Chapecoense estava na Série D. Foi eleito presidente em 2010 e, com uma gestão profissionaliza, levou o clube às Séries C, B e A. “Em 2005, a Chapecoense estava passando por um período difícil e fizemos uma reestruturação. Fortalecemos a marca, investimos nas categorias de base e iniciamos parcerias que fizeram a cidade e a região acreditar no clube”, relatou.
A Chapecoense passou de um orçamento de R$ 1 milhão por ano, em 2009, para R$ 50 milhões, em 2016, e de 650 para mais de 7 mil sócios. “Nosso orçamento ainda é bastante inferior a de outros clubes da Série A, mas conseguimos entrar e permanecer entre os 20 melhores do País. Mostramos um modelo diferente de fazer futebol, com pouco dinheiro e sem salários astronômicos. Muitos pedem qual é o milagre da Chapecoense. Eu resumo em quatro palavras: planejamento, comprometimento, responsabilidade e transparência”, finalizou.

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